Desejei aparecer no pior dia
Onde as forças me faltavam
E o corpo não me obedecia
Onde tudo em mim enfraquecia
Bebendo água de fonte escondida
Escrevi em caneta invisível
A história que ninguém se atreve
E cujo fim comando.
Porque tu, embora me olhes frágil
Sou feita de matéria intemporal
Talhada única e universal
Vivo em cada segundo que te escondes
Tu que te encolhes e te expandes
Tal qual estrela em espaço distante
Anseias o toque de alma
Aquele que te serene e acalma
Não vale a pena falar
Os momentos estão nas tuas mãos
As tintas são tuas
A vida é minha
Assim estou aqui
No meio da água da vida
Entre ventos de esperança
Esperando tomar conta da tua criança....
domingo, abril 29, 2007
terça-feira, abril 17, 2007
A[ssim]
Uma vida de luta,
de lágrimas, de punhos cerrados.
Uma vida a sorrir,
de insanidades, de olhar atento.
Uma vida de vento,
de mar em dia de tempestade.
Uma vida a escutar,
o som dos teus passos.
Um turbilhão de emoções,
de raiva por não alcançar.
Um cofre selado em si mesmo.
Uma chave deitada ao mar.
Um momento numa vida.
Uma vida perdida vezes sem conta.
Um concerto certamente incerto.
Mil melodias sentidas pelo coração.
Queira Deus que assim seja.
Se assim O desejar que aconteça,
um futuro que em mim irei,
prender às asas do vento,
ouvindo – o nas ondas do mar.
de lágrimas, de punhos cerrados.
Uma vida a sorrir,
de insanidades, de olhar atento.
Uma vida de vento,
de mar em dia de tempestade.
Uma vida a escutar,
o som dos teus passos.
Um turbilhão de emoções,
de raiva por não alcançar.
Um cofre selado em si mesmo.
Uma chave deitada ao mar.
Um momento numa vida.
Uma vida perdida vezes sem conta.
Um concerto certamente incerto.
Mil melodias sentidas pelo coração.
Queira Deus que assim seja.
Se assim O desejar que aconteça,
um futuro que em mim irei,
prender às asas do vento,
ouvindo – o nas ondas do mar.
sexta-feira, abril 06, 2007
Fluir
Nesta madrugada longínqua,
onde as insónias me visitam novamente,
outros pensamentos tomam de assalto,
palco já pensado abandonado.
Maravilhosa...
Nesta madrugada fria,
o passado já não dói.
O presente está assombrado,
pela inércia dos actores principais.
Alvorada...
Nesta madrugada fresca,
janelas abertas deixam passar,
ar novo que cheira a mudança,
que sei ser meu destino viver.
Rendo-me...
Nesta madrugada meiga,
absorvo a doçura que me envolve,
sentindo a vontade de algo maior,
que me faça abandonar a apatia.
Complemente...
Nesta madrugada só minha,
quero estar assim sozinha,
exercicío de quem se cansou,
puro egoísmo talvez.
Ouvindo-te....
Nesta madrugada presente,
não sinto mágoa de estar por aqui,
estou em paz, serena.
Pronta para recomeçar,
convicta que mereço mais,
arrumo o meu coração,
para finalmente ser amada como eu sei amar...
Parei de chorar...
onde as insónias me visitam novamente,
outros pensamentos tomam de assalto,
palco já pensado abandonado.
Maravilhosa...
Nesta madrugada fria,
o passado já não dói.
O presente está assombrado,
pela inércia dos actores principais.
Alvorada...
Nesta madrugada fresca,
janelas abertas deixam passar,
ar novo que cheira a mudança,
que sei ser meu destino viver.
Rendo-me...
Nesta madrugada meiga,
absorvo a doçura que me envolve,
sentindo a vontade de algo maior,
que me faça abandonar a apatia.
Complemente...
Nesta madrugada só minha,
quero estar assim sozinha,
exercicío de quem se cansou,
puro egoísmo talvez.
Ouvindo-te....
Nesta madrugada presente,
não sinto mágoa de estar por aqui,
estou em paz, serena.
Pronta para recomeçar,
convicta que mereço mais,
arrumo o meu coração,
para finalmente ser amada como eu sei amar...
Parei de chorar...
Subscrever:
Mensagens (Atom)