Volto esquinas em sequência,
onde a vida dobra curvas.
Afronto actores com demência,
aportando em aguas turvas.
Dobro cabos e continentes,
de olhar recolhido apreensivo,
ouvindo os demais existentes,
num discurso exaustivo.
Na vida deslumbra-me a surpresa,
o mundo não acompanha o sentir,
sinto me predador olhando a presa,
Instantes, momentos a fugir.
Espanto-me de coração magoado,
aguardando aquela surpresa distante,
que me faça transcender o esperado,
abandono assim o estatuto de figurante.
terça-feira, abril 13, 2010
sábado, abril 10, 2010
Será ?
Existe no presente um não sei quê,
de qualquer coisa que me incomoda.
No passado um não sei que mais,
que me entra pelo sono ficando revolta.
Plantado num jardim qualquer,
com sementes de inquietude,
florescem neste solo de viver,
emoções reveladas amiúde.
Está nas veias desta mão,
sangue que me aquece.
Está neste inconstante coração,
a memoria de quem não esquece.
Vendo o mar recordo renovando,
votos feitos em silencio a mim mesma.
Que a coragem não me falte e amando,
farei deste instante a vida que eu mereço.
É a vida ....
de qualquer coisa que me incomoda.
No passado um não sei que mais,
que me entra pelo sono ficando revolta.
Plantado num jardim qualquer,
com sementes de inquietude,
florescem neste solo de viver,
emoções reveladas amiúde.
Está nas veias desta mão,
sangue que me aquece.
Está neste inconstante coração,
a memoria de quem não esquece.
Vendo o mar recordo renovando,
votos feitos em silencio a mim mesma.
Que a coragem não me falte e amando,
farei deste instante a vida que eu mereço.
É a vida ....
sexta-feira, abril 02, 2010
Desta maneira ....
Sendo tu aquele que desejo
Nesta viagem em mar alto
Humana em ti me revejo,
Neste constante sobressalto
Esta inconstante existência
Sabendo que estás por mim
Fazes-me sorrir e sem resistência
Mergulho numa alegria sem fim
Não estou sequer perto
Da perfeição nem humildade
Sem saber o que em ti desperto
Absorvo em mim a humanidade
Inundaste a minha vida de ternura
Dando mais vida aos meus dias
Deste-me a paz que precisava
Contigo sou mais eu sem ter medo
Obrigada
Nesta viagem em mar alto
Humana em ti me revejo,
Neste constante sobressalto
Esta inconstante existência
Sabendo que estás por mim
Fazes-me sorrir e sem resistência
Mergulho numa alegria sem fim
Não estou sequer perto
Da perfeição nem humildade
Sem saber o que em ti desperto
Absorvo em mim a humanidade
Inundaste a minha vida de ternura
Dando mais vida aos meus dias
Deste-me a paz que precisava
Contigo sou mais eu sem ter medo
Obrigada
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