Quando falo de alguma coisa não o faço de animo leve, nem tão pouco com a intenção de magoar ninguém. Toda a minha vida sonhei e continuarei a fazê-lo por muito que sofra. Muitas foram as lágrimas que já chorei e sei que não irei parar por aqui. A vida a forma como a vivo condiciona a minha forma de sentir. Perguntei ao meu filho que tem 12 anos o que ele queria para a vida dele. Respondeu-me que queria se sentir realizado e com alegria de viver. E devo confessar que é nele que encontro a luz da minha vida. Tudo isto para dizer que sou uma mulher simples e igual a muitas outras que apenas gosta de um abraço ao fim do dia. As minhas ambições não são materiais são simplesmente emocionais. Sinto necessidade de complementaridade, partilha e cumplicidade ao lado de alguém. Isto não significa que não saiba estar só, já estive durante muito tempo. Aprendo com a facilidade com que respiro, mas não abdico que amar e pedir mais. Se para alguns tenho defeitos, talvez para outros isto sejam virtudes. Até…
1º Sim gosto de ti sem “mas”
2º Dou-te tudo o que tenho em mim
3º Eu não defino o amor, sinto-o
4º Dedico-me a quem amo, em actos pensamentos e vivências
5º Elogio-te, acarinho-te porque só com amor teremos futuro
6º O teu sofrimento incomoda o meu estar, o teu sorrir atenta a minha atenção a ti
7º Estarei sempre aqui para e por ti
8º A minha vida está tão cheia de problemas mas tenho sempre tempo para ti
9º Nunca pares de desejar mais…
10º Não me condenes apenas por amar...
quarta-feira, fevereiro 01, 2006
domingo, janeiro 29, 2006
Egoismo I
Observo as pessoas e talvez por isso tenho alturas que me sinto desesperada com o que me rodeia a palavra que domina grande parte da nossa sociedade é o EGOISMO. Talvez por isso, talvez por esta incapacidade enorme de falta de dedicação que o numero crescente de pessoas com problemas psicologicos seja crescente. Nada custa mais do que olharmos à nossa volta e sentir que não somos prioridade para ninguém. Talvez por isso o numero de pessoas que entram em seitas e em religiões seja também crescente, pois a nossa sociedade encontra-se cada vez mais desagregada. Não estou bem confesso, vou pedir ajuda...
Ficam aqui algumas conclusões...
(Os outros)
1º Sim gosto de ti, mas eu primeiro.
2º Dou-te tanto e tu não me dás nada?
3º Claro que sei o que é o amor, eu até te dou dinheiro.
4º Claro que sei o que é dedicação, tenho um dia por semana para ti.
5º Para quê elogiar, tenho é que apontar as coisas mal !!!
6º Alivia a minha consciência e anda bem para eu não estar preocupado.
7º Ohhh necessitas agora de mim, tenho tanto que fazer…
8º A minha vida está tão cheia que nem tenho tempo para respirar
9º Não queiras voar, não queiras mais, deixa-te estar assim…
10º Sentes que estás sozinha, talvez porque não pensas correctamente…
Ficam aqui algumas conclusões...
(Os outros)
1º Sim gosto de ti, mas eu primeiro.
2º Dou-te tanto e tu não me dás nada?
3º Claro que sei o que é o amor, eu até te dou dinheiro.
4º Claro que sei o que é dedicação, tenho um dia por semana para ti.
5º Para quê elogiar, tenho é que apontar as coisas mal !!!
6º Alivia a minha consciência e anda bem para eu não estar preocupado.
7º Ohhh necessitas agora de mim, tenho tanto que fazer…
8º A minha vida está tão cheia que nem tenho tempo para respirar
9º Não queiras voar, não queiras mais, deixa-te estar assim…
10º Sentes que estás sozinha, talvez porque não pensas correctamente…
segunda-feira, janeiro 23, 2006
Set it off
Tenho medo de mim,
desta necessidade de estar.
Desta solidão permanente,
que sempre que de ti necessito,
deixa-me de mãos a abanar.
Tenho medo da loucura,
que me assalta sem dizer hora.
Da vontade e da falta,
de carinho e ternura,
sempre com marcação.
Tenho medo de um dia
mesmo não querendo, quebrar.
E o que hoje é amor,
não passe dum momento breve,
no qual me detive a sonhar.
Tenho medo porque sinceramente,
já nada consigo fazer.
Admito a minha incapacidade,
de dentro de ti me fazer ouvir.
Tenho medo do passado,
que já se encontra enterrado,
se repita tal qual cena de filme,
em dvd já bastante riscado.
Resumindo meu amor,
nunca me irei zangar contigo.
Mas se a tua ausência me causa dor,
reaprendo a estar só hoje,
porque eu sofrer mais, já não consigo !!!
desta necessidade de estar.
Desta solidão permanente,
que sempre que de ti necessito,
deixa-me de mãos a abanar.
Tenho medo da loucura,
que me assalta sem dizer hora.
Da vontade e da falta,
de carinho e ternura,
sempre com marcação.
Tenho medo de um dia
mesmo não querendo, quebrar.
E o que hoje é amor,
não passe dum momento breve,
no qual me detive a sonhar.
Tenho medo porque sinceramente,
já nada consigo fazer.
Admito a minha incapacidade,
de dentro de ti me fazer ouvir.
Tenho medo do passado,
que já se encontra enterrado,
se repita tal qual cena de filme,
em dvd já bastante riscado.
Resumindo meu amor,
nunca me irei zangar contigo.
Mas se a tua ausência me causa dor,
reaprendo a estar só hoje,
porque eu sofrer mais, já não consigo !!!
quarta-feira, janeiro 18, 2006
You Get What You Give
Não consigo escrever, desculpem.
Acho que estou a deprimir
Fica apenas uma ideia para pensarem. Quantas vezes nas vossas vidas deram certas situações como garantidas?
Comentem se tiverem vontade….
Acho que estou a deprimir
Fica apenas uma ideia para pensarem. Quantas vezes nas vossas vidas deram certas situações como garantidas?
Comentem se tiverem vontade….
quinta-feira, janeiro 05, 2006
Match me...
Admiro cada momento de tudo.
Observo o que me rodeia,
e a cada minuto e segundo,
recomeço-me sem medo.
Orgulho-me da coragem em viver
Sabendo que se hoje tivesse de morrer
Deixaria algo neste mundo,
A força de ser como sou.
O que faço é criticável,
Sou humana posso errar.
O que sou é questionável,
Sou mulher que ama amar.
A verdade é dura e crua,
hoje estou habituada a ela.
Uns gostam de gostar,
Outros gostam que gostem deles.
Garantido apenas tenho,
que o meu sonho existe.
Para me orgulhar de mim,
Continuarei a ser alguém que não desiste.
Observo o que me rodeia,
e a cada minuto e segundo,
recomeço-me sem medo.
Orgulho-me da coragem em viver
Sabendo que se hoje tivesse de morrer
Deixaria algo neste mundo,
A força de ser como sou.
O que faço é criticável,
Sou humana posso errar.
O que sou é questionável,
Sou mulher que ama amar.
A verdade é dura e crua,
hoje estou habituada a ela.
Uns gostam de gostar,
Outros gostam que gostem deles.
Garantido apenas tenho,
que o meu sonho existe.
Para me orgulhar de mim,
Continuarei a ser alguém que não desiste.
terça-feira, janeiro 03, 2006
2006 Só
Como a terra é redonda e a ausência de palavras não enganam, parei de falar. Parei porque não irei entrar nesta corrida por atenção. Parei porque estou empenhada em fazer deste ano algo diferente. Alguém me disse um dia “Quando tenho que falar, já não vale a pena”, hoje entendo-o bem. Eu falo e falo parece que ninguém me ouve, dedico-me e valores mais altos sempre se levantam.
E tudo não passa dum simples caminhar e mais um ano novo chegou, nas dúvidas que me tem acolhido nos últimos dias, vejo que estou novamente sozinha. Mas como prometido à minha pessoa o caminho para a perfeição obriga-me a aceitar o que é apenas um facto. Começou um ano sem novidades nem surpresas, afinal é apenas mais uma folha que se rasga no calendário. Mais um momento que passa, cabe à minha pessoa tornar esse momento único, por e para mim. Tem sido ao som de musicas que me acompanharam no antigamente que me analiso duma forma fria e quase cruel. Na verdade sinto que tenho me entregue em demasia. Não sei quais os efeitos das mudanças que sinto acontecerem dentro de mim, tornar-me-ei em alguém diferente?
Perderei o que mais em mim admiro, a espontaneidade para amar? Ou será que apenas todas estas qualidades têm um momento próprio para surgir? Muitas dúvidas, muitas perguntas que no fundo sinto serem plenamente legítimas quando nos sentimos avassalados por factos que não nos deixam reconfortados. Continuamos sem ser prioridade, será que alguma vez o seremos? E quando formos, estaremos nós no mesmo contexto? Não me podem condenar mais, não me podem condenar sequer de não falar nem tão pouco de me fechar em mim mesma.
O caminho para casa é feito sozinha, as surpresas não surgem, a dedicação tem tempo destinado. Aos dias seguem-se as noites e às noites a cama vazia. E toda a rotina retoma sem o brilho mas com planos formulados em folhas de Excel. Continuação dum episódio de vida, que me deixa em espera nunca por mim mas sim por tudo o que me rodeia. Dias tenho que parece que vou enlouquecer com tudo o que me rodeia, as pessoas não param para ouvir. Ninguém se dedica. Às tantas sou eu a tola que anda tal qual uma barata sem destino numa casa abandonada. Às tantas sou eu que estou errada por estar sempre tão presente e ver-me sempre…sozinha, porra!!!
Acredito ainda na humanidade, acredito em pessoas apaixonadas pelo próximo que se dedicam a espalhar o amor e a compreensão por onde passem. Acredito que apenas num mundo inundado de amor conseguiremos um futuro melhor.
Importante será dizer que não me sinto deprimida mas sim revoltada com a incapacidade de entrega do que me rodeia e que parece ter alastrado por toda sociedade. Importante será dizer que me recuso a ser balão de soro na vida de quem não me mereça verdadeiramente, aos 35 anos sinto ter adquirido o direito a ter tudo. Aos 35 anos e depois duma vida de tentativas e recomeços, mereço ….
E tudo não passa dum simples caminhar e mais um ano novo chegou, nas dúvidas que me tem acolhido nos últimos dias, vejo que estou novamente sozinha. Mas como prometido à minha pessoa o caminho para a perfeição obriga-me a aceitar o que é apenas um facto. Começou um ano sem novidades nem surpresas, afinal é apenas mais uma folha que se rasga no calendário. Mais um momento que passa, cabe à minha pessoa tornar esse momento único, por e para mim. Tem sido ao som de musicas que me acompanharam no antigamente que me analiso duma forma fria e quase cruel. Na verdade sinto que tenho me entregue em demasia. Não sei quais os efeitos das mudanças que sinto acontecerem dentro de mim, tornar-me-ei em alguém diferente?
Perderei o que mais em mim admiro, a espontaneidade para amar? Ou será que apenas todas estas qualidades têm um momento próprio para surgir? Muitas dúvidas, muitas perguntas que no fundo sinto serem plenamente legítimas quando nos sentimos avassalados por factos que não nos deixam reconfortados. Continuamos sem ser prioridade, será que alguma vez o seremos? E quando formos, estaremos nós no mesmo contexto? Não me podem condenar mais, não me podem condenar sequer de não falar nem tão pouco de me fechar em mim mesma.
O caminho para casa é feito sozinha, as surpresas não surgem, a dedicação tem tempo destinado. Aos dias seguem-se as noites e às noites a cama vazia. E toda a rotina retoma sem o brilho mas com planos formulados em folhas de Excel. Continuação dum episódio de vida, que me deixa em espera nunca por mim mas sim por tudo o que me rodeia. Dias tenho que parece que vou enlouquecer com tudo o que me rodeia, as pessoas não param para ouvir. Ninguém se dedica. Às tantas sou eu a tola que anda tal qual uma barata sem destino numa casa abandonada. Às tantas sou eu que estou errada por estar sempre tão presente e ver-me sempre…sozinha, porra!!!
Acredito ainda na humanidade, acredito em pessoas apaixonadas pelo próximo que se dedicam a espalhar o amor e a compreensão por onde passem. Acredito que apenas num mundo inundado de amor conseguiremos um futuro melhor.
Importante será dizer que não me sinto deprimida mas sim revoltada com a incapacidade de entrega do que me rodeia e que parece ter alastrado por toda sociedade. Importante será dizer que me recuso a ser balão de soro na vida de quem não me mereça verdadeiramente, aos 35 anos sinto ter adquirido o direito a ter tudo. Aos 35 anos e depois duma vida de tentativas e recomeços, mereço ….
quinta-feira, dezembro 29, 2005
Às claras
Fumo um cigarro, ouvindo uma canção que muito me diz. Penso na forma como o dia me correu. Correrias, problemas e coisas afins. Afinal o de sempre. Mais um dia em que me sinto sozinha, sinto-me cansada. O ano está a chegar ao fim, mais um ano em que aprendi a viver sozinha. Sinceramente de poucas pessoas dependo hoje. Larguei o apego às coisas materiais, recolhi-me no meu coração. Sei que sem duvida ele nunca me deixará só. Sim, admito que necessito de amar e de me sentir amada. Que sou uma mulher de paixões. Que espero muito do outro lado. Que sonho sem parar num azul Oxford, num chão coberto por folhas numa tarde de Outono. Que tenho imagens gravadas na minha cabeça dum carro vermelho passeando devagar, onde eu estou sentada no lugar do acompanhante. Que vejo os meus cabelos chegarem-me às costas, que finalmente irei ter a minha filha “Laura”. E muito embora eu saiba que são sonhos procuro na minha vida pequenos sinais. Tenho tanta coisa para fazer e mais que tudo tenho tanto para amar. Já me sinto cansada da caminhada, de querer mais e nunca ser possível, de pedir e não ser ouvida. Mais que tudo, nunca ser prioridade. Tenho saudades duma vida a dois, duma família em casa a jantar. Tenho saudades que me tragam para casa depois do trabalho. Tenho saudades de ser surpreendida. Mas sei que a vida é assim mesmo e que tenho de ser forte.
Mais que tudo tenho saudades dum “Amo-te mulher”
Mais que tudo tenho saudades dum “Amo-te mulher”
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