quinta-feira, fevereiro 23, 2006
segunda-feira, fevereiro 20, 2006
Amuleto
Ele tirou algo de dentro,
mostrando sem medo ao mundo.
Falou da vida e do alento,
de sobreviver a um amor profundo.
Ele cruzou-se na minha vida,
Tocou-me ao de leve.
Deixando-me comovida,
Desejou ser breve.
Pouco soube dele
Apenas o que me revelou
Muito senti ao lado dele
Principalmente que me amou
Aceitou-me quando nada parecia possível
Outros no lugar dele teriam partido.
Deu-me o impossível
Colou-me o coração partido
Mas nesta vida tudo é efémero
O tempo passa e tudo trespassa
Desespero hoje por alguém assim
Que me faça lembrar de mim
mostrando sem medo ao mundo.
Falou da vida e do alento,
de sobreviver a um amor profundo.
Ele cruzou-se na minha vida,
Tocou-me ao de leve.
Deixando-me comovida,
Desejou ser breve.
Pouco soube dele
Apenas o que me revelou
Muito senti ao lado dele
Principalmente que me amou
Aceitou-me quando nada parecia possível
Outros no lugar dele teriam partido.
Deu-me o impossível
Colou-me o coração partido
Mas nesta vida tudo é efémero
O tempo passa e tudo trespassa
Desespero hoje por alguém assim
Que me faça lembrar de mim
terça-feira, fevereiro 14, 2006
São Valentim
Hoje tive uma surpresa, um ramo de rosas vermelhas, foi o segundo da minha vida. Aos 35 anos estou com uma boa média
Impossível mas real
Ser criança ser mulher
Impossível e deixar ser
Inocência e desejo
Misterioso e sem truques
Malabarismos e tudo ás claras
Pedaço de madeira sem aparas
Magia com ou sem luzes
Doce e salgado
Quente e frio
Seco e molhado
Seguro e preso por um fio
Difícil de entender
Claro que nem água
Alucinante conhecer
Delírio ao descobrir
Inocente e pecaminoso
Alma livre em corpo solto
Mar calmo e revolto
Caminho sereno sinuoso
Impossível mas real
Ser criança ser mulher
Impossível e deixar ser
Inocência e desejo
Misterioso e sem truques
Malabarismos e tudo ás claras
Pedaço de madeira sem aparas
Magia com ou sem luzes
Doce e salgado
Quente e frio
Seco e molhado
Seguro e preso por um fio
Difícil de entender
Claro que nem água
Alucinante conhecer
Delírio ao descobrir
Inocente e pecaminoso
Alma livre em corpo solto
Mar calmo e revolto
Caminho sereno sinuoso
segunda-feira, fevereiro 13, 2006
Crash into me
Eu sei que sonhava,
E que não o devia sonhar.
Mas sonharei dezenas de vezes
Se a luz voltar ao meu olhar
Eu sei que me enrolei,
Nos lençóis no sonho em ti.
Eu sei que te adorei
Numa loucura sem fim
Eu sei que tudo isto me envolve
E que me agarro ao sonho
Ao cheiro do corpo
Ao toque das mãos
Eu sei o que faria se..
Eu sei o que seria se..
Mas mesmo assim perco-me
Porque te adoro
E que não o devia sonhar.
Mas sonharei dezenas de vezes
Se a luz voltar ao meu olhar
Eu sei que me enrolei,
Nos lençóis no sonho em ti.
Eu sei que te adorei
Numa loucura sem fim
Eu sei que tudo isto me envolve
E que me agarro ao sonho
Ao cheiro do corpo
Ao toque das mãos
Eu sei o que faria se..
Eu sei o que seria se..
Mas mesmo assim perco-me
Porque te adoro
domingo, fevereiro 12, 2006
[Vi[vendo]-me]
Já vivi muito, lutei muito e perdi demais. Mesmo assim continuo a lutar e anseio pela energia que me acompanhava em anos anteriores. Embora seja complicado de entender hoje sinto-me mais desligada da realidade do que em momentos em que a vida me pregou enormes partidas. Felizmente vejo pessoas que fazem parte do meu passado a tomarem rumo na vida delas. Sempre vivi com objectivos, olhando o caminho sem medo. É esta ausência de objectivos que me deixa meio à nora e desorientada. Não gosto de leite morno nem tão pouco de “meias-coisas”. Gosto de apostar nas pessoas nas situações, resumindo apostar na vida. Admiro o recomeço constante a coragem de desejar mais a luta diária pela vida vivida em pleno. Não tenho medo de falhar, de cair no ridículo nem tão pouco de ter criticada, a mim isso pouco importa. Tenho medo sim é de parar e procurar dentro de mim a vontade e ver que nada mais existe a não ser um conjunto de memorias dum qualquer projecto de vida. Gosto da adrenalina constante que implica uma luta por algo que se deseje. Não estou a falar aqui de comprar um carro melhor ou mais uma coisita, falo da alegria que sentimos ao acordar. Falo do gosto de que temos pelo trabalho que fazemos, da vontade de rir espontânea que todos os seres realmente vivos devem ter. Que me interessa ter luxo se os maiores luxos me faltam.? Que me interessa ter pedaços se depois parece que me despedaço?
Não valerá mais a pena viver algo que sabemos que nunca vai suceder, do que viver algo na base de que pode suceder. Estarei eu a ser paranóica quando digo que a incerteza e indefinição mata qualquer ser humano?
Já que o que espero não sucede, prometo a mim mesma que vou procurar essa vontade. Faço isto consciente de que não estou bem e que quero mais, muito mais !!!
Como alguem já disse : "Não hipoteco o meu futuro por um projecto de presente sem pernas para andar", sabio sem duvida.
Hoje volto à vida com todas as forças que ainda me restam.
Não valerá mais a pena viver algo que sabemos que nunca vai suceder, do que viver algo na base de que pode suceder. Estarei eu a ser paranóica quando digo que a incerteza e indefinição mata qualquer ser humano?
Já que o que espero não sucede, prometo a mim mesma que vou procurar essa vontade. Faço isto consciente de que não estou bem e que quero mais, muito mais !!!
Como alguem já disse : "Não hipoteco o meu futuro por um projecto de presente sem pernas para andar", sabio sem duvida.
Hoje volto à vida com todas as forças que ainda me restam.
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
Extenuar
Sabes que a minha cama ainda está vazia,
desde o dia em tiveste de ir?
Sabes que ainda recordo a minha alegria,
quando te recebia a sorrir?
Sabes que és doce memória escondida,
numa manhã de primavera ensolarada?
Sabes que o teu sorriso me enche de vida,
fazendo-me ao teu lado fluir?
Mas já me cansei de mim,
de lamentar a minha sorte.
Vivendo cada dia assim,
Apenas espero o corte.
Que tudo assim continue,
Simples, linear sem esperança
Eu deixo de me sentir
De mim já não tenho lembrança..
desde o dia em tiveste de ir?
Sabes que ainda recordo a minha alegria,
quando te recebia a sorrir?
Sabes que és doce memória escondida,
numa manhã de primavera ensolarada?
Sabes que o teu sorriso me enche de vida,
fazendo-me ao teu lado fluir?
Mas já me cansei de mim,
de lamentar a minha sorte.
Vivendo cada dia assim,
Apenas espero o corte.
Que tudo assim continue,
Simples, linear sem esperança
Eu deixo de me sentir
De mim já não tenho lembrança..
terça-feira, fevereiro 07, 2006
Faísca
Ao som de uma musica,
Tive um sonho doce
Tão doce quanto tu és
E deixei-me estar.
Um talvez numa outra vida qualquer,
Numa ocasião nunca planeada.
Sentindo o frio da alvorada
Vendo o nascer do sol a ti abraçada.
Num momento de escape
Numa velocidade inebriante
Percorrer linhas talhadas pelo tempo
Caminhos já não desconhecidos
Ao som de uma musica
Ao vento forte
Enlaçados destinos sem futuro
Apenas separados pela vida
Confesso-me a ti colada
Por muito que tudo de ti me separe.
Mesmo longe por ti estou amparada.
Estranho, eu sei, mas é verdade
Nunca mudes
Essa loucura de sorriso
Esses olhos que sabem falar
A ternura desse coração
Mesmo que afastada de ti pareça
Tu sabes porque sou assim
Cada um tem o seu caminho
E tu sabes que eu estou aqui
Tive um sonho doce
Tão doce quanto tu és
E deixei-me estar.
Um talvez numa outra vida qualquer,
Numa ocasião nunca planeada.
Sentindo o frio da alvorada
Vendo o nascer do sol a ti abraçada.
Num momento de escape
Numa velocidade inebriante
Percorrer linhas talhadas pelo tempo
Caminhos já não desconhecidos
Ao som de uma musica
Ao vento forte
Enlaçados destinos sem futuro
Apenas separados pela vida
Confesso-me a ti colada
Por muito que tudo de ti me separe.
Mesmo longe por ti estou amparada.
Estranho, eu sei, mas é verdade
Nunca mudes
Essa loucura de sorriso
Esses olhos que sabem falar
A ternura desse coração
Mesmo que afastada de ti pareça
Tu sabes porque sou assim
Cada um tem o seu caminho
E tu sabes que eu estou aqui
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