Tenho por hábito ser assim,
enroscar-me nas mantas de noite,
correr livre no jardim,
fazer amor comigo livremente.
Tenho por vontade amar sem limites.
Não gosto de tantas desculpas,
seguidas de inúmeros impedimentos.
Não gosto de ser segunda escolha...
Tenho por hábito amar ao vento.
Tenho por vontade desejar quem me deseja.
Tenho, por querer viver a vida.
Não me apetece esperar mais...
O corpo, dias tenho, que já não responde.
A vontade de seguir viagem é enorme,
Pouco me prende onde estou,
o que não me chega.
Como não me quero lamentar,
os dias que de vida ainda restam,
vou a leilão um dia destes,
onde tudo será colocado à venda.
Um dia que vejo aproximar
A luz vai-me cegar a razão
Sei que irei fazer sofrer alguém
Porque não me deram tudo.....
Cansei de pedir
Não quero mais nada
Não ambiciono ninguém
Ambiciono-me longe de tudo
Amada até à exaustão...
vamos?
eu vou...
sábado, fevereiro 03, 2007
terça-feira, janeiro 23, 2007
Grito no silêncio
As palavras esgotam-se
O tempo esgota-se
A vida estica-se num espaço intemporal
Eu vivo o tempo concedido
O amor foge
A calma morre
O momento certo acaba
A ternura escorrega
Tempo de agir
A vontade de mudar
Ânsia de querer mais
Urgência em começar
Se partir, sentirás a minha falta?
Se ficar, alguma vez ficarás comigo?
Se tudo entregar...
Que ficará de mim?
Espero mudança
Rápida e urgente
Temo o vento forte
Cuidado tempestade avizinha-se !!!
O tempo esgota-se
A vida estica-se num espaço intemporal
Eu vivo o tempo concedido
O amor foge
A calma morre
O momento certo acaba
A ternura escorrega
Tempo de agir
A vontade de mudar
Ânsia de querer mais
Urgência em começar
Se partir, sentirás a minha falta?
Se ficar, alguma vez ficarás comigo?
Se tudo entregar...
Que ficará de mim?
Espero mudança
Rápida e urgente
Temo o vento forte
Cuidado tempestade avizinha-se !!!
sexta-feira, janeiro 05, 2007
Anda comigo
Vamos falar de amor,
deste amor a preto e branco.
Deste amor na voz.
Deste amor de tipo de letra.
Vamos falar de amor,
deste amor tão simples e violento.
Deste amor que nos salva a vida.
Deste amor que nos dá força.
Vamos falar deste sentir,
que me dá certezas ao te ouvir.
Vamos falar de nós dois,
que tantas vezes somos um só.
Vamos andando assim,
entre o desejo e a vontade,
de duas almas irmãs,
que se encontram em permanente tocar.
Vamos falar desta vida,
deste amor que se sente infinito.
Sinto-te único
Sentes-me tua
Por muito que me partilhe
Estou na palma da tua mão
deste amor a preto e branco.
Deste amor na voz.
Deste amor de tipo de letra.
Vamos falar de amor,
deste amor tão simples e violento.
Deste amor que nos salva a vida.
Deste amor que nos dá força.
Vamos falar deste sentir,
que me dá certezas ao te ouvir.
Vamos falar de nós dois,
que tantas vezes somos um só.
Vamos andando assim,
entre o desejo e a vontade,
de duas almas irmãs,
que se encontram em permanente tocar.
Vamos falar desta vida,
deste amor que se sente infinito.
Sinto-te único
Sentes-me tua
Por muito que me partilhe
Estou na palma da tua mão
quarta-feira, janeiro 03, 2007
Compasso
Correm-me as lágrimas pela face.
e mal as consigo parar.
Hoje fui criança e chorei,
porque vi nunca te conseguir agradar
Correm-me as lágrimas pela face,
e de quando em vez as tento parar.
Hoje fui mulher e senti.
Vejo-me esperar,
tempos que não consigo determinar.
Correm-me as lágrimas e senti,
a pureza do som da simplicidade.
No coração bate a saudade,
bate também a verdade de saber,
que me irei ausentar brevemente...
Não determino o sentimento
Não é tristeza nem nostalgia
É um misto de ausência e solidão
Um misto de meio caminho feito
Uma ilusão que tomei como realidade
Estou longe
Estou perto e ausente
Estou dentro e fora
Estou aqui por pouco tempo
e mal as consigo parar.
Hoje fui criança e chorei,
porque vi nunca te conseguir agradar
Correm-me as lágrimas pela face,
e de quando em vez as tento parar.
Hoje fui mulher e senti.
Vejo-me esperar,
tempos que não consigo determinar.
Correm-me as lágrimas e senti,
a pureza do som da simplicidade.
No coração bate a saudade,
bate também a verdade de saber,
que me irei ausentar brevemente...
Não determino o sentimento
Não é tristeza nem nostalgia
É um misto de ausência e solidão
Um misto de meio caminho feito
Uma ilusão que tomei como realidade
Estou longe
Estou perto e ausente
Estou dentro e fora
Estou aqui por pouco tempo
quarta-feira, dezembro 27, 2006
Desabafo
Vivo de sonhos.
Vivo do instinto inato.
Que me faz desejar mais,
a cada segundo.
Vivo de memórias.
Vivo de histórias.
Vivo acima de tudo,
de mim Mesma
Vivo do frio que sinto.
Vivo da insanidade impulsiva.
Que me faz correr procurando um sonho.
Vivo vivendo a minha vida.
Vivo de emoções vividas.
De retratos de vidas passadas.
Mas vivo o presente,
olhando sempre o futuro
Faço planos para os quais não tenho,
quem os queira viver comigo.
Um dia talvez algo suceda,
mudo de planos e mudo de vida !!!
Vivo do instinto inato.
Que me faz desejar mais,
a cada segundo.
Vivo de memórias.
Vivo de histórias.
Vivo acima de tudo,
de mim Mesma
Vivo do frio que sinto.
Vivo da insanidade impulsiva.
Que me faz correr procurando um sonho.
Vivo vivendo a minha vida.
Vivo de emoções vividas.
De retratos de vidas passadas.
Mas vivo o presente,
olhando sempre o futuro
Faço planos para os quais não tenho,
quem os queira viver comigo.
Um dia talvez algo suceda,
mudo de planos e mudo de vida !!!
quinta-feira, dezembro 21, 2006
Sim...Ligou?...E depois ?
Falam em honra
Falam do correcto
Falam de tudo escondidos
Falam e apontam o dedo
Falam da vida dos outros
Falam do casamento como instituição
Falam e têm medo de sentir
Falam e são os primeiros a trair
Falam dos que se entregam
Falam dos que não são "normais"
Falam dos que gostam de sexo
Falam dos que se assumem
Falam e vivem sofridos
Falam e vivem reprimidos
Falam vivendo uma vida falsa
Falam e vivem algo que não eles
Que vida é esta afinal ?
Não devemos nós procurar o equilibrio?
Não devemos nós ser livres?
Não devemos nós existir simplesmente?
Até que ponto um compromisso é valido?
Até que ponto se deve sofrer?
Até que ponto devemos ser seres incompletos ?
Até que ponto devemos tentar?
Não defendo a traição
Não defendo o engano
Defendo a sinceridade do NÃO
Defendo a CORAGEM de lutar
defendo a vontade de AMAR
Nada é eterno
Tudo na vida é efemero,
quando o tempêro não é a loucura…
Falam do correcto
Falam de tudo escondidos
Falam e apontam o dedo
Falam da vida dos outros
Falam do casamento como instituição
Falam e têm medo de sentir
Falam e são os primeiros a trair
Falam dos que se entregam
Falam dos que não são "normais"
Falam dos que gostam de sexo
Falam dos que se assumem
Falam e vivem sofridos
Falam e vivem reprimidos
Falam vivendo uma vida falsa
Falam e vivem algo que não eles
Que vida é esta afinal ?
Não devemos nós procurar o equilibrio?
Não devemos nós ser livres?
Não devemos nós existir simplesmente?
Até que ponto um compromisso é valido?
Até que ponto se deve sofrer?
Até que ponto devemos ser seres incompletos ?
Até que ponto devemos tentar?
Não defendo a traição
Não defendo o engano
Defendo a sinceridade do NÃO
Defendo a CORAGEM de lutar
defendo a vontade de AMAR
Nada é eterno
Tudo na vida é efemero,
quando o tempêro não é a loucura…
quinta-feira, dezembro 14, 2006
Never Enough
Sinto um impulso dificil de controlar
Uma vontade incontrolável de fugir
Reformular uma nova maneira de estar
Sinto-me prestes a explodir
Estou à beira novamente do abismo
Estou sufocada nesta rotina extonteante
Necessito de energia e dinamismo
Necessito de um elemento vibrante
Por isso despe-me
Prende-me, talha-me
Lança fogo
Ou deixa-me ir
Quero um milagre
Um instante de luz
Uma brisa de ar fresco
Vou me embora…
Tens razão para mim
Nunca chega !!!
Uma vontade incontrolável de fugir
Reformular uma nova maneira de estar
Sinto-me prestes a explodir
Estou à beira novamente do abismo
Estou sufocada nesta rotina extonteante
Necessito de energia e dinamismo
Necessito de um elemento vibrante
Por isso despe-me
Prende-me, talha-me
Lança fogo
Ou deixa-me ir
Quero um milagre
Um instante de luz
Uma brisa de ar fresco
Vou me embora…
Tens razão para mim
Nunca chega !!!
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