Tomada por surpresa vi,
que na vontade de mudar,
nada fiz, adormeci.
Estou a acordar...
O vento que de surpresa soprou,
levou consigo a falsa sensação,
dum qualquer conforto irreal.
Estou a despertar...
Passo a mão pelo cabelo
Vem-me à memória o cheiro,
duma qualquer noite de Inverno.
Estou-te a recordar...
Cruzam-se sentires e despertares,
mergulho nesta tempestade de emoções,
sabendo que sou hoje mais do que era.
Estou –me a preparar....
Um abraço embala-me,
Ao toque do tecido dum casaco,
o meu cabelo mergulha no seu perfume.
Estou a chegar...
(A ti?)
quinta-feira, março 01, 2007
domingo, fevereiro 25, 2007
Heartbeat
Já me cansei de despedidas,
de pedidos e de conversas.
Cansada de batalhas perdidas,
sinto-me vaguear por atalhos.
Entro com calma num sítio qualquer,
procuro um olhar diferente.
Agarro-me ao que acho que tenho.
Prendo-me ao que acho sentir.
Mas sei que estou insatisfeita.
Que o que me dói é a ausência de algo.
Que o choro nocturno é surdo,
e que os actos nada traduzem.
As minhas mãos procuram algo,
esgravatam bolsos vazios de esperanças.
Prendo-me no olhar das crianças.
Prendo-me a qualquer coisa para não morrer.
O meu olhar perde cor
O meu coração perde o bater
As mãos perdem calor
A minha vida precisa de amor
Ouve-me tu
Ouve-me hoje
Preciso de ti
Preciso de te encontrar depressa
Estou a definhar...
de pedidos e de conversas.
Cansada de batalhas perdidas,
sinto-me vaguear por atalhos.
Entro com calma num sítio qualquer,
procuro um olhar diferente.
Agarro-me ao que acho que tenho.
Prendo-me ao que acho sentir.
Mas sei que estou insatisfeita.
Que o que me dói é a ausência de algo.
Que o choro nocturno é surdo,
e que os actos nada traduzem.
As minhas mãos procuram algo,
esgravatam bolsos vazios de esperanças.
Prendo-me no olhar das crianças.
Prendo-me a qualquer coisa para não morrer.
O meu olhar perde cor
O meu coração perde o bater
As mãos perdem calor
A minha vida precisa de amor
Ouve-me tu
Ouve-me hoje
Preciso de ti
Preciso de te encontrar depressa
Estou a definhar...
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
Et e amo...
Talvez eu seja mesmo vulcão
Ou outra coisa qualquer
Mas gosto de ti
E para isso não tenho razão
Talvez eu queira o impossível
Ou outra doidice do género
Mas quando estás aqui
Sinto-me voar
Talvez e quase de certeza
Quando de noite me enrolo
É o teu gosto que sinto
E é o teu toque que em mim pressinto
Estou cansada que não me entendam
Cansada de entregar tanto amor ao vento
Tenho sono ando a vaguear
Eu sei que pensas em mim...
Na simplicidade de te ter encontrado
Encontro a força que achava perdida em mim
Na observação desta impossibilidade
Dou por mim a desejar-te mais...
Eu sei que o certo é não ser
Eu sei que a vida é isto e muito mais
Eu sei o que espero
Fazes-me bem
Fazes-me falta....
Ou outra coisa qualquer
Mas gosto de ti
E para isso não tenho razão
Talvez eu queira o impossível
Ou outra doidice do género
Mas quando estás aqui
Sinto-me voar
Talvez e quase de certeza
Quando de noite me enrolo
É o teu gosto que sinto
E é o teu toque que em mim pressinto
Estou cansada que não me entendam
Cansada de entregar tanto amor ao vento
Tenho sono ando a vaguear
Eu sei que pensas em mim...
Na simplicidade de te ter encontrado
Encontro a força que achava perdida em mim
Na observação desta impossibilidade
Dou por mim a desejar-te mais...
Eu sei que o certo é não ser
Eu sei que a vida é isto e muito mais
Eu sei o que espero
Fazes-me bem
Fazes-me falta....
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Medeia
Gosto,
gosto de ti,
gosto de ti,
gosto do gosto...
Desgosto,
de estares tão longe de mim e sempre tão perto,
de estares tão perto e sempre tão longe,
desgosto de vida...
Dois caminhos um destino.
Duas pessoas, inúmeras hipóteses.
Um com vida feita e preso,
outro que pode e não tenta.
Entre o certo e o errado,
fica a ânsia de quem medeia,
a vontade de partir sem destino
e o tempo já escasseia...
Contigo sinto que seria feliz,
contigo já fui folha ao vento,
contigo quebraria todos os limites,
por ti partirei um dia, sei que já desististes...
Quando falamos elevas-me ao céu
Quando nos tocamos esqueço-me do eu
Quando ouço o teu respirar...
Aumenta a minha vontade de te procurar
Existe doçura nesta musica, tal como dentro de mim ainda existe a esperança de ser feliz, tomem atençâo à letra...lindo...
Por favor não desistam, nunca !!!
gosto de ti,
gosto de ti,
gosto do gosto...
Desgosto,
de estares tão longe de mim e sempre tão perto,
de estares tão perto e sempre tão longe,
desgosto de vida...
Dois caminhos um destino.
Duas pessoas, inúmeras hipóteses.
Um com vida feita e preso,
outro que pode e não tenta.
Entre o certo e o errado,
fica a ânsia de quem medeia,
a vontade de partir sem destino
e o tempo já escasseia...
Contigo sinto que seria feliz,
contigo já fui folha ao vento,
contigo quebraria todos os limites,
por ti partirei um dia, sei que já desististes...
Quando falamos elevas-me ao céu
Quando nos tocamos esqueço-me do eu
Quando ouço o teu respirar...
Aumenta a minha vontade de te procurar
Existe doçura nesta musica, tal como dentro de mim ainda existe a esperança de ser feliz, tomem atençâo à letra...lindo...
Por favor não desistam, nunca !!!
sábado, fevereiro 03, 2007
slip away ( voz de anjo )
Tenho por hábito ser assim,
enroscar-me nas mantas de noite,
correr livre no jardim,
fazer amor comigo livremente.
Tenho por vontade amar sem limites.
Não gosto de tantas desculpas,
seguidas de inúmeros impedimentos.
Não gosto de ser segunda escolha...
Tenho por hábito amar ao vento.
Tenho por vontade desejar quem me deseja.
Tenho, por querer viver a vida.
Não me apetece esperar mais...
O corpo, dias tenho, que já não responde.
A vontade de seguir viagem é enorme,
Pouco me prende onde estou,
o que não me chega.
Como não me quero lamentar,
os dias que de vida ainda restam,
vou a leilão um dia destes,
onde tudo será colocado à venda.
Um dia que vejo aproximar
A luz vai-me cegar a razão
Sei que irei fazer sofrer alguém
Porque não me deram tudo.....
Cansei de pedir
Não quero mais nada
Não ambiciono ninguém
Ambiciono-me longe de tudo
Amada até à exaustão...
vamos?
eu vou...
enroscar-me nas mantas de noite,
correr livre no jardim,
fazer amor comigo livremente.
Tenho por vontade amar sem limites.
Não gosto de tantas desculpas,
seguidas de inúmeros impedimentos.
Não gosto de ser segunda escolha...
Tenho por hábito amar ao vento.
Tenho por vontade desejar quem me deseja.
Tenho, por querer viver a vida.
Não me apetece esperar mais...
O corpo, dias tenho, que já não responde.
A vontade de seguir viagem é enorme,
Pouco me prende onde estou,
o que não me chega.
Como não me quero lamentar,
os dias que de vida ainda restam,
vou a leilão um dia destes,
onde tudo será colocado à venda.
Um dia que vejo aproximar
A luz vai-me cegar a razão
Sei que irei fazer sofrer alguém
Porque não me deram tudo.....
Cansei de pedir
Não quero mais nada
Não ambiciono ninguém
Ambiciono-me longe de tudo
Amada até à exaustão...
vamos?
eu vou...
terça-feira, janeiro 23, 2007
Grito no silêncio
As palavras esgotam-se
O tempo esgota-se
A vida estica-se num espaço intemporal
Eu vivo o tempo concedido
O amor foge
A calma morre
O momento certo acaba
A ternura escorrega
Tempo de agir
A vontade de mudar
Ânsia de querer mais
Urgência em começar
Se partir, sentirás a minha falta?
Se ficar, alguma vez ficarás comigo?
Se tudo entregar...
Que ficará de mim?
Espero mudança
Rápida e urgente
Temo o vento forte
Cuidado tempestade avizinha-se !!!
O tempo esgota-se
A vida estica-se num espaço intemporal
Eu vivo o tempo concedido
O amor foge
A calma morre
O momento certo acaba
A ternura escorrega
Tempo de agir
A vontade de mudar
Ânsia de querer mais
Urgência em começar
Se partir, sentirás a minha falta?
Se ficar, alguma vez ficarás comigo?
Se tudo entregar...
Que ficará de mim?
Espero mudança
Rápida e urgente
Temo o vento forte
Cuidado tempestade avizinha-se !!!
sexta-feira, janeiro 05, 2007
Anda comigo
Vamos falar de amor,
deste amor a preto e branco.
Deste amor na voz.
Deste amor de tipo de letra.
Vamos falar de amor,
deste amor tão simples e violento.
Deste amor que nos salva a vida.
Deste amor que nos dá força.
Vamos falar deste sentir,
que me dá certezas ao te ouvir.
Vamos falar de nós dois,
que tantas vezes somos um só.
Vamos andando assim,
entre o desejo e a vontade,
de duas almas irmãs,
que se encontram em permanente tocar.
Vamos falar desta vida,
deste amor que se sente infinito.
Sinto-te único
Sentes-me tua
Por muito que me partilhe
Estou na palma da tua mão
deste amor a preto e branco.
Deste amor na voz.
Deste amor de tipo de letra.
Vamos falar de amor,
deste amor tão simples e violento.
Deste amor que nos salva a vida.
Deste amor que nos dá força.
Vamos falar deste sentir,
que me dá certezas ao te ouvir.
Vamos falar de nós dois,
que tantas vezes somos um só.
Vamos andando assim,
entre o desejo e a vontade,
de duas almas irmãs,
que se encontram em permanente tocar.
Vamos falar desta vida,
deste amor que se sente infinito.
Sinto-te único
Sentes-me tua
Por muito que me partilhe
Estou na palma da tua mão
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