Doce, doce...
De leite creme,
De suspiro,
De planar.
Leve, leve...
De sonho,
De encanto,
De protecção.
Quente, quente...
De encontro breve,
De entrelaçar de dedos,
De brisa de Inverno.
Forte, forte...
De força de viver,
De coragem de amar,
De em meu porto ancorar.
Não é bom
Não é mau
Sou eu, bem...
És tu ao meu lado...
terça-feira, novembro 20, 2007
sexta-feira, novembro 09, 2007
Catalizador I
Catalizador será um recomeço, ao ponto em que deixei a minha vida faz alguns anos...
Estou contida em mim mesma
Abafada no medo da solidão
Antecipo o ponto de ruptura
Que me afaste da loucura
Estou fechada para o mundo
Apoiada em pilares de orgulho
Sinto medo de gritar mais alto
Que o meu coração sofre
Estou longe mas muito perto
De mais uma ponte atravessar
Assumo o desejo para o qual desperto
De me deixar trespassar
Estou aqui hoje perto de ti
Mais despida do alguma vez estarei
Entregando o meu coração
Nas tuas mãos
Segura-me, poucas vezes o pedirei
Contra o teu peito, com firmeza
Entende-me, vendo a mulher que sou
Que me estou afogar nesta tristeza
Não aguento muito mais...
Estou contida em mim mesma
Abafada no medo da solidão
Antecipo o ponto de ruptura
Que me afaste da loucura
Estou fechada para o mundo
Apoiada em pilares de orgulho
Sinto medo de gritar mais alto
Que o meu coração sofre
Estou longe mas muito perto
De mais uma ponte atravessar
Assumo o desejo para o qual desperto
De me deixar trespassar
Estou aqui hoje perto de ti
Mais despida do alguma vez estarei
Entregando o meu coração
Nas tuas mãos
Segura-me, poucas vezes o pedirei
Contra o teu peito, com firmeza
Entende-me, vendo a mulher que sou
Que me estou afogar nesta tristeza
Não aguento muito mais...
domingo, outubro 21, 2007
...quase
Não tem explicação,
nem tão pouco lógica aparente,
o deslizar inconsequente,
que me leva a outro plano.
Não tem padrão,
nem tão pouco normalidade,
as recordações que angustiam,
a vivência que se deseja calma.
Mesmo assim confesso que tento,
dia após dia e muitas vezes,
sem alento e ao sabor do vento,
fixar-me no importante do momento.
Absorvendo opiniões que se querem boas,
questiono o que quero para mim.
Já não quero grandes coisas,
nem alimento sonhos de normalidade.
Recuso o rótulo de instabilidade,
Simplesmente porque o que me rodeia,
nada me diz ou faz sentir.
Deverei eu desistir?
No fundo do meu ser existe,
uma menina perdida sonhadora
que vê o tempo passar sem retorno,
num querer de vencedora.
Posso não te encontrar,
talvez porque tu até não existes.
Concluindo apetece-me o agora
Recordando-te a cada toque….
nem tão pouco lógica aparente,
o deslizar inconsequente,
que me leva a outro plano.
Não tem padrão,
nem tão pouco normalidade,
as recordações que angustiam,
a vivência que se deseja calma.
Mesmo assim confesso que tento,
dia após dia e muitas vezes,
sem alento e ao sabor do vento,
fixar-me no importante do momento.
Absorvendo opiniões que se querem boas,
questiono o que quero para mim.
Já não quero grandes coisas,
nem alimento sonhos de normalidade.
Recuso o rótulo de instabilidade,
Simplesmente porque o que me rodeia,
nada me diz ou faz sentir.
Deverei eu desistir?
No fundo do meu ser existe,
uma menina perdida sonhadora
que vê o tempo passar sem retorno,
num querer de vencedora.
Posso não te encontrar,
talvez porque tu até não existes.
Concluindo apetece-me o agora
Recordando-te a cada toque….
quinta-feira, outubro 18, 2007
Um grande amor
Ainda ando por aqui
Meio tonta, meio tola
Ainda não me esqueci de ti
Meio perdida, meio vazia
Ainda sonho contigo
Ainda penso em ti
Ainda adivinho o teu cheiro
Ainda me aconchego ao teu corpo
Ainda espero por ti ao final do dia
Ainda anseio aquela mensagem romântica
Ainda abro a porta devagar esperando te encontrar
Ainda choro em silêncio pelo teu olhar
Ainda sinto saudades das nossas conversas
Ainda recordo os nossos passeios pelo sofá
Ainda partilho músicas no vazio da solidão
Ainda folheio livros nunca explorados
Ainda sonho com os filhos que não tivemos
Com a casa que íamos restaurar
Ainda me agarro à tua força de ser
O homem que me faria feliz
Mas apenas sonho
E apenas espero
E morro devagar
Consumida pelo desespero
Quero te com todas as minhas forças,
não tardes em voltar.
Este ano quero uma prenda especial,
Saber que vieste para ficar….
Meio tonta, meio tola
Ainda não me esqueci de ti
Meio perdida, meio vazia
Ainda sonho contigo
Ainda penso em ti
Ainda adivinho o teu cheiro
Ainda me aconchego ao teu corpo
Ainda espero por ti ao final do dia
Ainda anseio aquela mensagem romântica
Ainda abro a porta devagar esperando te encontrar
Ainda choro em silêncio pelo teu olhar
Ainda sinto saudades das nossas conversas
Ainda recordo os nossos passeios pelo sofá
Ainda partilho músicas no vazio da solidão
Ainda folheio livros nunca explorados
Ainda sonho com os filhos que não tivemos
Com a casa que íamos restaurar
Ainda me agarro à tua força de ser
O homem que me faria feliz
Mas apenas sonho
E apenas espero
E morro devagar
Consumida pelo desespero
Quero te com todas as minhas forças,
não tardes em voltar.
Este ano quero uma prenda especial,
Saber que vieste para ficar….
domingo, outubro 14, 2007
[ por mim apenas ]
São em momentos feitos sem pensar
Que me distancio da minha existência
Rumando em loucuras perigosas
Recuso a simples desistência
Assim retorno a casa mais uma vez
Confesso minhas traições e falhas
Somando carências e vontades insatisfeitas
De mulher à beira da loucura
Grito em sinal de alerta
Que não me quero desvanecer
Não me quero entregar
Numa altura qualquer por aí
Estou cansada da rotina
Cansada das dores
Cansada da carência de amores
Cansada de esperar
Estou tão cansada de mentir
Cansada de fingir
Que estou bem
Que sou perfeita
Que sou doce meiga e etc….
Estou cansada porque sim
Já é Domingo…
Que me distancio da minha existência
Rumando em loucuras perigosas
Recuso a simples desistência
Assim retorno a casa mais uma vez
Confesso minhas traições e falhas
Somando carências e vontades insatisfeitas
De mulher à beira da loucura
Grito em sinal de alerta
Que não me quero desvanecer
Não me quero entregar
Numa altura qualquer por aí
Estou cansada da rotina
Cansada das dores
Cansada da carência de amores
Cansada de esperar
Estou tão cansada de mentir
Cansada de fingir
Que estou bem
Que sou perfeita
Que sou doce meiga e etc….
Estou cansada porque sim
Já é Domingo…
sexta-feira, setembro 21, 2007
emir do meu coração
A quem lhe concerne
eu gosto de café amargo
eu gosto do sabor a limão
eu gosto de pão quente com manteiga
eu quero ter a minha mão no teu coração
eu gosto de peixe com ervas
eu gosto de vinho branco gelado
eu gosto de pedaços de pêssego
eu quero ter o teu olhar na minha visão
eu gosto de musica romântica
eu gosto de serenatas apaixonadas e desafinadas
eu gosto de jazz numa noite de verão
eu quero ter a tua paixão na minha solidão
eu gosto de incenso indiano
eu gosto de andar descalça
eu gosto das coisas simples da vida
eu quero ser a dona da tua emoção
eu gosto de café amargo
eu gosto do sabor a limão
eu gosto de pão quente com manteiga
eu quero ter a minha mão no teu coração
eu gosto de peixe com ervas
eu gosto de vinho branco gelado
eu gosto de pedaços de pêssego
eu quero ter o teu olhar na minha visão
eu gosto de musica romântica
eu gosto de serenatas apaixonadas e desafinadas
eu gosto de jazz numa noite de verão
eu quero ter a tua paixão na minha solidão
eu gosto de incenso indiano
eu gosto de andar descalça
eu gosto das coisas simples da vida
eu quero ser a dona da tua emoção
sexta-feira, setembro 14, 2007
....vamo-nos apaixonar....
tenho medo do medo que não existe
e no receio da tremula duvida existente
padeço dum mal menor e inconsequente
que me faz levitar em causa ausente
aguardo neste estádio fortificante
o alimento dos deuses familiares
a historia recomeça em contornos diferentes
no momento em trespasso o presente
aguardo sem parar sem andar
ouvindo ao longe lamurias
gritos mudos dos preteridos
recolho-me na minha indiferença
ao alcance da minha mão
o simples poder de ser
o sabor a menta na tua boca
com travos de café amargo
e nesta distancia deliciosa
reconheço-me e recomeço
a reconstrução necessária e laboriosa
de quem necessita de mais
por isto
por tudo
por nada
existo
fica
sabe[s] bem….
e no receio da tremula duvida existente
padeço dum mal menor e inconsequente
que me faz levitar em causa ausente
aguardo neste estádio fortificante
o alimento dos deuses familiares
a historia recomeça em contornos diferentes
no momento em trespasso o presente
aguardo sem parar sem andar
ouvindo ao longe lamurias
gritos mudos dos preteridos
recolho-me na minha indiferença
ao alcance da minha mão
o simples poder de ser
o sabor a menta na tua boca
com travos de café amargo
e nesta distancia deliciosa
reconheço-me e recomeço
a reconstrução necessária e laboriosa
de quem necessita de mais
por isto
por tudo
por nada
existo
fica
sabe[s] bem….
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