Este NOVO ano não deixem fugir a FORÇA que a todos motiva : AMOR
Aos que acham o amor prematuro
Aos que acham que a vida é a um
Aos que se encontram fechados
Aos que querem não querer
O amor não tem tempo
O amor não é promessa
O amor acontece num momento
O amor tem sempre pressa
No mistério duma vida
Nos caminhos que cruzamos
Nas lágrimas que choramos
Encontramos a nossa libertação
Numa vida simples
Um único sonho e ambição
Um café para dois
A letra de uma canção
A cada abraço o mundo
A cada riso o mar
A cada dor a tua mão na minha
A cada minuto a vontade de amar
A cada desgosto um sorriso
Urge a vida urge estar
Ser luz é preciso
Eu preciso de amar para viver
terça-feira, janeiro 01, 2008
sábado, dezembro 08, 2007
In My [Ours] Secret Life
Complicada de entender esta loucura,
que me deixa dormente ao sentir,
que por um momento de ternura
sou capaz de roubar, fugir, mentir.
Complicado este sentimento que me empurra,
para além do habitual, usual, trivial.
Deixando-me prostrada de êxtase,
com um simples olhar.
Caminho assim de olhos fechados,
encontrando o teu cheiro a cada esquina.
O teu toque em cada brisa.
A tua força em cada árvore.
Num deleite etéreo,
um anoitecer de seda.
Num balançar ritmado,
uma união feita de desejo.
Não me digas que não é assim.
Que não é suposto, nem pode ser.
Nem me afastes mais de ti.
Enquanto aqui estiver é assim que vou ser.
Em meios tempos, meias horas.
Em todos os momentos, todas as loucuras.
Nos teus braços o meu porto de abrigo
Nos meus braços uma imensidão de ternura.
que me deixa dormente ao sentir,
que por um momento de ternura
sou capaz de roubar, fugir, mentir.
Complicado este sentimento que me empurra,
para além do habitual, usual, trivial.
Deixando-me prostrada de êxtase,
com um simples olhar.
Caminho assim de olhos fechados,
encontrando o teu cheiro a cada esquina.
O teu toque em cada brisa.
A tua força em cada árvore.
Num deleite etéreo,
um anoitecer de seda.
Num balançar ritmado,
uma união feita de desejo.
Não me digas que não é assim.
Que não é suposto, nem pode ser.
Nem me afastes mais de ti.
Enquanto aqui estiver é assim que vou ser.
Em meios tempos, meias horas.
Em todos os momentos, todas as loucuras.
Nos teus braços o meu porto de abrigo
Nos meus braços uma imensidão de ternura.
terça-feira, novembro 20, 2007
EveryDay
Doce, doce...
De leite creme,
De suspiro,
De planar.
Leve, leve...
De sonho,
De encanto,
De protecção.
Quente, quente...
De encontro breve,
De entrelaçar de dedos,
De brisa de Inverno.
Forte, forte...
De força de viver,
De coragem de amar,
De em meu porto ancorar.
Não é bom
Não é mau
Sou eu, bem...
És tu ao meu lado...
De leite creme,
De suspiro,
De planar.
Leve, leve...
De sonho,
De encanto,
De protecção.
Quente, quente...
De encontro breve,
De entrelaçar de dedos,
De brisa de Inverno.
Forte, forte...
De força de viver,
De coragem de amar,
De em meu porto ancorar.
Não é bom
Não é mau
Sou eu, bem...
És tu ao meu lado...
sexta-feira, novembro 09, 2007
Catalizador I
Catalizador será um recomeço, ao ponto em que deixei a minha vida faz alguns anos...
Estou contida em mim mesma
Abafada no medo da solidão
Antecipo o ponto de ruptura
Que me afaste da loucura
Estou fechada para o mundo
Apoiada em pilares de orgulho
Sinto medo de gritar mais alto
Que o meu coração sofre
Estou longe mas muito perto
De mais uma ponte atravessar
Assumo o desejo para o qual desperto
De me deixar trespassar
Estou aqui hoje perto de ti
Mais despida do alguma vez estarei
Entregando o meu coração
Nas tuas mãos
Segura-me, poucas vezes o pedirei
Contra o teu peito, com firmeza
Entende-me, vendo a mulher que sou
Que me estou afogar nesta tristeza
Não aguento muito mais...
Estou contida em mim mesma
Abafada no medo da solidão
Antecipo o ponto de ruptura
Que me afaste da loucura
Estou fechada para o mundo
Apoiada em pilares de orgulho
Sinto medo de gritar mais alto
Que o meu coração sofre
Estou longe mas muito perto
De mais uma ponte atravessar
Assumo o desejo para o qual desperto
De me deixar trespassar
Estou aqui hoje perto de ti
Mais despida do alguma vez estarei
Entregando o meu coração
Nas tuas mãos
Segura-me, poucas vezes o pedirei
Contra o teu peito, com firmeza
Entende-me, vendo a mulher que sou
Que me estou afogar nesta tristeza
Não aguento muito mais...
domingo, outubro 21, 2007
...quase
Não tem explicação,
nem tão pouco lógica aparente,
o deslizar inconsequente,
que me leva a outro plano.
Não tem padrão,
nem tão pouco normalidade,
as recordações que angustiam,
a vivência que se deseja calma.
Mesmo assim confesso que tento,
dia após dia e muitas vezes,
sem alento e ao sabor do vento,
fixar-me no importante do momento.
Absorvendo opiniões que se querem boas,
questiono o que quero para mim.
Já não quero grandes coisas,
nem alimento sonhos de normalidade.
Recuso o rótulo de instabilidade,
Simplesmente porque o que me rodeia,
nada me diz ou faz sentir.
Deverei eu desistir?
No fundo do meu ser existe,
uma menina perdida sonhadora
que vê o tempo passar sem retorno,
num querer de vencedora.
Posso não te encontrar,
talvez porque tu até não existes.
Concluindo apetece-me o agora
Recordando-te a cada toque….
nem tão pouco lógica aparente,
o deslizar inconsequente,
que me leva a outro plano.
Não tem padrão,
nem tão pouco normalidade,
as recordações que angustiam,
a vivência que se deseja calma.
Mesmo assim confesso que tento,
dia após dia e muitas vezes,
sem alento e ao sabor do vento,
fixar-me no importante do momento.
Absorvendo opiniões que se querem boas,
questiono o que quero para mim.
Já não quero grandes coisas,
nem alimento sonhos de normalidade.
Recuso o rótulo de instabilidade,
Simplesmente porque o que me rodeia,
nada me diz ou faz sentir.
Deverei eu desistir?
No fundo do meu ser existe,
uma menina perdida sonhadora
que vê o tempo passar sem retorno,
num querer de vencedora.
Posso não te encontrar,
talvez porque tu até não existes.
Concluindo apetece-me o agora
Recordando-te a cada toque….
quinta-feira, outubro 18, 2007
Um grande amor
Ainda ando por aqui
Meio tonta, meio tola
Ainda não me esqueci de ti
Meio perdida, meio vazia
Ainda sonho contigo
Ainda penso em ti
Ainda adivinho o teu cheiro
Ainda me aconchego ao teu corpo
Ainda espero por ti ao final do dia
Ainda anseio aquela mensagem romântica
Ainda abro a porta devagar esperando te encontrar
Ainda choro em silêncio pelo teu olhar
Ainda sinto saudades das nossas conversas
Ainda recordo os nossos passeios pelo sofá
Ainda partilho músicas no vazio da solidão
Ainda folheio livros nunca explorados
Ainda sonho com os filhos que não tivemos
Com a casa que íamos restaurar
Ainda me agarro à tua força de ser
O homem que me faria feliz
Mas apenas sonho
E apenas espero
E morro devagar
Consumida pelo desespero
Quero te com todas as minhas forças,
não tardes em voltar.
Este ano quero uma prenda especial,
Saber que vieste para ficar….
Meio tonta, meio tola
Ainda não me esqueci de ti
Meio perdida, meio vazia
Ainda sonho contigo
Ainda penso em ti
Ainda adivinho o teu cheiro
Ainda me aconchego ao teu corpo
Ainda espero por ti ao final do dia
Ainda anseio aquela mensagem romântica
Ainda abro a porta devagar esperando te encontrar
Ainda choro em silêncio pelo teu olhar
Ainda sinto saudades das nossas conversas
Ainda recordo os nossos passeios pelo sofá
Ainda partilho músicas no vazio da solidão
Ainda folheio livros nunca explorados
Ainda sonho com os filhos que não tivemos
Com a casa que íamos restaurar
Ainda me agarro à tua força de ser
O homem que me faria feliz
Mas apenas sonho
E apenas espero
E morro devagar
Consumida pelo desespero
Quero te com todas as minhas forças,
não tardes em voltar.
Este ano quero uma prenda especial,
Saber que vieste para ficar….
domingo, outubro 14, 2007
[ por mim apenas ]
São em momentos feitos sem pensar
Que me distancio da minha existência
Rumando em loucuras perigosas
Recuso a simples desistência
Assim retorno a casa mais uma vez
Confesso minhas traições e falhas
Somando carências e vontades insatisfeitas
De mulher à beira da loucura
Grito em sinal de alerta
Que não me quero desvanecer
Não me quero entregar
Numa altura qualquer por aí
Estou cansada da rotina
Cansada das dores
Cansada da carência de amores
Cansada de esperar
Estou tão cansada de mentir
Cansada de fingir
Que estou bem
Que sou perfeita
Que sou doce meiga e etc….
Estou cansada porque sim
Já é Domingo…
Que me distancio da minha existência
Rumando em loucuras perigosas
Recuso a simples desistência
Assim retorno a casa mais uma vez
Confesso minhas traições e falhas
Somando carências e vontades insatisfeitas
De mulher à beira da loucura
Grito em sinal de alerta
Que não me quero desvanecer
Não me quero entregar
Numa altura qualquer por aí
Estou cansada da rotina
Cansada das dores
Cansada da carência de amores
Cansada de esperar
Estou tão cansada de mentir
Cansada de fingir
Que estou bem
Que sou perfeita
Que sou doce meiga e etc….
Estou cansada porque sim
Já é Domingo…
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